Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de março de 2012

Ensinamento Pesadinho de Sexta


"Amor é quando é concedido participar um pouco mais. Poucos querem o amor, porque o amor é a grande desilusão de tudo o mais." Clarice Lispector, A Legião Estrangeira

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Verdades da Vida

Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente. Um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… quero ser mar calmo. Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.” Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso!

Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Moon river



Que bom seria se tudo fosse fácil como nos filmes.

clique aqui para entender.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ensinamento Pesadinho do Dia

"Ando meio fatigado de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis"


Caio Fernando Abreu

sábado, 29 de maio de 2010

Fama

Uma constatação minha durante esses dias de férias no Velho Mundo. Todo europeu já teve um romance com um brasileiro.

Para se pensar...


de Barcelona.

domingo, 11 de outubro de 2009

19 anos não são 19 dias...

Não é comum nem tampouco de se desdenhar quando se ouve de um relacionamento estável - casamento formalmente reconhecido pelo Estado ou não - que já dure 19 anos. Foi assunto do post do amigo Tony Goes, que comemorou merecidamente suas bodas de cretone.

Para quem quiser saber o que é cretone, o RH desenha aqui.

Aos amigos Tony e Bi ficam os merecidos parabéns e a admiração que merecem. E que os anos vindouros sejam nobres, aconchegantes e macios como o cretone.

sábado, 8 de agosto de 2009

Aquele Abraço!


Quando morei como intercambista nos EUA, minha mãe americana tinha um quadro bordado na parede em ponto de cruz com um texto que só anos depois reencontraria e descobriria a autoria, mas que me marcou muito à época.

Da terapeuta familiar Virginia Satir:
“We need 4 hugs a day for survival. We need 8 hugs a day for maintenance. We need 12 hugs a day for growth.”

Em tradução livre: "Nós necessitamos de quatro abraços por dia para sobreviver. 8 abraços por dia para permanecermos saudáveis. E 12 abraços por dia para crescer."

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ensinamento Pesadinho do Dia


"Diamonds are forever,
They are all I need to please me,
They can stimulate and tease me,
They won't leave in the night,
I've no fear that they might desert me.
Diamonds are forever,
Hold one up and then caress it,
Touch it, stroke it and undress it,
I can see every part,
Nothing hides in the heart to hurt me.

I don't need love,
For what good will love do me?
Diamonds never lie to me,
For when love's gone,
They'll luster on.

Diamonds are forever,
Sparkling round my little finger.
Unlike men, the diamonds linger;
Men are mere mortals who
Are not worth going to your grave for.

I don't need love,
For what good will love do me?
Diamonds never lie to me,
For when love's gone,
They'll luster on.

Diamonds are forever, forever, forever.
Diamonds are forever, forever, forever.
Forever and ever."

Tema de 007...

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Réplica

Verdades da vida daqui.

"Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres, enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amado,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..."

[Mário Quintana]ADAPTADO!!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Saiam de seus armários!


" In high school, while your children were doing what kids that ages should be doing, mine labored over a suicide note, drafting and redrafting it to be sure his family knew how much he loved them. My sobbing 17-year-old tore the heart out of me as he choked out that he just couldn't bear to continue living any longer, that he didn't want to be gay and that he couldn't face a life without dignity. You have the audacity to talk about protecting families and children from the homosexual menace, while you yourselves tear apart families and drive children to despair. I don't know why my son is gay, but I do know that God didn't put him, and millions like him, on this Earth to give you someone to abuse. "

Sharon Underwood

Do portal LGBT da Wikipedia....

Sharon Underwood é uma mulher americana que tornou-se ativista pró-direitos homossexuais e ganhou fama nacional após escrever uma carta - vide trecho acima e tradução abaixo - denunciando o tratamento discriminatório e abusivo do qual seu filho era vítima na escola em que estudava. Algo assim:

"No curso secundário, enquanto seus filhos faziam o que garotos da idade fazem, o meu dedicava-se a uma carta de suicídio, escrevendo e reescrevendo-a para certificar-se de que seus familiares soubessem o quanto os amava. Soluçando, meu filho de 17 anos despedaçou meu coração ao confessar que simplesmente não suportava mais viver, que ele não queria ser gay e não podia encarar uma vida sem dignidade. Vocês têm a audácia de discursar sobre proteger as famílias e as crianças da ameaça homossexual, enquanto ao mesmo tempo destroem famílias e levam menores ao desespero. Eu não sei o porquê de meu filho ser gay, mas certamente sei que Deus não o pôs, e milhões como ele, neste planeta, para dar a vocês a quem abusar".


Inspirado em um post do Ludo e na campanha que vem circulando na internet para apoio ao projeto de lei que criminaliza a homofobia, resolvi escrever este texto.

Recentemente foi premiado nos EUA um filme ainda não lançado no Brasil (coloco o trailer abaixo), intitulado Prayers For Bobby, em que uma mãe presbiteriana conservadora pressiona tanto seu filho em dúvida quanto à sua orientação sexual que o mesmo se suicida. Baseado em uma história real, o filme mostra que tarde demais a mãe compreende que o amor a seu filho deve ser maior que seus preconceitos e vira também famosa ativista pró-homossexuais. Também mostra que há padres e pastores cristãos que acreditam que Deus ama a TODOS os seus filhos como os criou. Que não cabe a nós julgar nosso próximo.

Recomendo o filme e a reflexão sobre o tema e discussão sempre que possível com amigos e familiares.

Em tempo agradeço ao amigo e blogueiro BHY pela divulgação na blogosfera gay e na comunidade em geral do abaixo-assinado contra a homofobia (assine aqui). A ele dedico este post.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Uma homenagem a uma amiga querida

Alguém já disse nesse blog que não há nada pior do que uma pessoa querida doente. Principalmente quando essa pessoa está distante...Uma querida amiga de trabalho que está em férias sofreu um acidente em Pirenópolis (GO).
Ela não está nada bem em Brasília. Fica aqui o pedido de que ela melhore. Fica aqui uma homenagem a essa amiga mochileira, que sempre foi uma cigarra que canta na chuva...

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Paixão Rejuvenesce


Dizem que a paixão remoça a gente. Ontem estava lendo a Veja da semana e me apaixonei pela entrevistada das páginas amarelas. Minha paixão platônica é pela Fernanda Young. Já a admirava pelo seu trabalho, genialidade demonstrada como no "Os Normais". Mas ler frases dela que me faziam todo sentido foi o êxtase. É reconfortante saber que existem pessoas que pensam como nós lá fora. Às vezes a gente cansa de ser julgado apenas pela primeira impressão. Vamos às principais frases com as quais me identifiquei:

"...não aguento o convívio com pessoas que acreditam em coisas prontas. Eu não suporto gente que entende de vinho. O sujeito fica entendendo de vinho, cheirando a rolha... Eu não tenho paciência."

Eu também ODEIO gente que entende de vinho. Ando cansado de papo pasteurizado. Gente que só quer mostrar seu lado politicamente correto. Felizmente existem as pessoas interessantes e espontâneas, mas cada vez mais vão rareando. Porque o julgamento do bando é sempre impiedoso.

Viva gente como Fernanda Young! E Sartre já dizia: o inferno são os outros!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Assunto

Hoje estou meio sem assunto, meio corrido... Mas volto breve. Apenas um pouco menos ativo por estar me preparando para a visita de minha mãe =)

domingo, 11 de maio de 2008

Dia Especial


Hoje é um dia especial e não poderia passar e em branco - até a página de acesso do orkut se redesenhou especialmente para a data.
Sem grandes considerações poéticas: FELIZ DIA DAS MÃES A TODOS: mães e filhos, biológicos(as) ou adotivos(as).
E obrigado à minha mãe, amiga e confidente desde sempre, presente nos momentos mais felizes e mais difíceis de minha existência. Espero nunca deixar de corresponder.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Apaixonado por Feriado...

... como todo brasileiro!

E para animar um pouco o feriado de vocês, deixo a dica de um curta francês de 2005, que embora o Carioca Virtual já tenha dado primeiro em 19 de setembro de 2007, acho ótimo para uma sexta chuvosa e de alagamento na Marginal Tietê. Posto aqui um clipe diferente e com legendas, daquele que o Marcos postou à época.
O curta chama-se "Juste un Peu de Réconfort..." e vale o tempo perdido entre baixar o filme completo e as legendas...
Digam-me se gostaram...

A música tema “A Bad Dream”, faz parte da trilha do curta-metragem queer francês é do grupo britânico Keane, que fez sua primeira apresentação no Brasil mês passado, apoiando a causa gay.

O filme conta o amor platônico de um rapaz por seu amigo de escola. Situação que consegue a empatia de muitos adolescentes gays.

Parte do último álbum do grupo “Under The Iron Sea”, onde numa das faixas o vocalista fez dueto com o cantor gay Rufus Wainwright.

O Keane se apresentou em São Paulo (nos dias 17 e 18 de abril, no Credicard Hall) e no Rio (no dia 20, no Claro Hall).

Roteirista:Armand Lameloise
Genero:Drama | Curta
Sinopse:
Arnaud e Guillaume estão em seu último ano do ensino médio / segundo grau. O verão está se aproximando e, como todo adolescente, eles estão pensando em cigarros, álcool e sexo. Mas meninos ou meninas? O futuro parece tão indistinto quando se é um adolescente!

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

O Amor Nos Tempos do Cólera


(From Wikipedia, the free encyclopedia - clique para ver no tamanho original)

Muita gente gosta de comparar filmes com grandes livros. Eu acho pessoalmente uma besteira, pois são dois meios diferentes e duas mensagens diferentes. Venho recomendar "O Amor nos Tempos do Cólera". Claro que o livro é melhor e mais completo, pelo menos para a minoria que foi ensinada a gostar de ler. Mas a fotografia do filme é arrebatadora. Um filme que fala de uma época (a qual tive a felicidade de viver) em que ainda se escreviam cartas com papel e caneta e em que se dizia a parentes, amigos e amantes o quanto os amávamos, sem medo de deixar a prova escrita de próprio punho. De histórias de amores que duravam uma vida...
Foi como ver as cenas que nos lembraram de nossos sonhos infantis na trilogia "O Senhor dos Anéis". Claro que é legal imaginar tudo aquilo. Mas as paisagens da Nova Zelândia transfiguradas em "Terra Média" e os personagens personificados valeram a pena. A criança que ainda vive em mim me abraça até hoje :)

Aos que insistem em comparar o incomparável, deixo o relatado pela entrevista da revista colombiana Revista Semana por Scott Steindorff, produtor do filme, o qual mostrou a versão final antes da divulgação do filme ao escritor Gabriel Garcia Marquez, no México, o qual ao final do filme teria exclamado "Bravo!" com um sorriso no rosto.

Desnecessário dizer que fico com a opinião de Garcia Marquez, que me foi apresentado por meu pai no livro "Cem Anos de Solidão", e que desde então me aquece o coração e me faz acreditar um pouco nas virtudes do gênero humano, mesmo com nossas inerentes imperfeições... Como Isabel Allende, mas isso fica pra outro artigo...

Abaixo deixo o trailer, aos que quiserem assistir:

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Sonho Possível



Nestes tempos de internet, individualismo, vale tudo pela competitividade, politicagem, violência, corrupção, "workaholics", pé atrás com familiares, amigos, colegas de trabalho, dentistas, médicos, mecânicos... Tempos em que não acreditamos em ninguém e nossa auto-confiança está baixa, ando tentando adaptar-me, refletir, e ser otimista. Acreditar na maioria das pessoas e num Brasil melhor.

Lya Luft, em sua matéria semanal na Veja, escreveu sobre a necessidade de lutar contra o pessimismo de nossos tempos, especialmente em uma época às margens de um perigoso predomínio de velhos saudosistas e amargos na pirâmide etária das populações. A necessidade de provermos esperança e confiança aos jovens que, como sempre, querem mudar o mundo.

E DEVE SER ASSIM!

O poema musicado que coloco neste artigo foi uma música que me ajudou em momentos difíceis há alguns anos, a repensar a vida e seus valores. Espero que gostem :)



Sonho Impossível
J. Darion - M. Leigh - Versão Chico Buarque e Ruy Guerra/1972
Para o musical para O Homem de La Mancha de Ruy Guerra



Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão

Reflexão...

Devemos todos pensar nesta época de festas nos nossos entes queridos - família, namorados(as), amigos(as), maridos(esposas) - mas também no resto da sociedade que assiste à nossa felicidade explícita e não tem como participar.

Roubos, furtos, latrocínios e suicídios aumentam considervelmente nesta época de bônus, caixinhas e décimos terceiros, presentes e amigos secretos da minoria.

Pensemos em tudo isso e lembremos as palavras do André Dahmer: OU O MUNDO SERÁ DE TODOS, OU NÃO SERÁ DE NINGUÉM. Reflitamos :)



(Arte: André Dahmer modificada)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

A um amigo...



Li este texto no blog do Calvin e fiquei besta de como tinha tudo a ver com a conversa que tive por celular com um amigo próximo sobre o final de um namoro dele e seus momentos traumáticos.
Clicando sobre o texto, você poderá ler o artigo original do blog amigo :)

*****************************************************************

“A alma do outro é uma floresta escura”, disse o poeta Reiner Maria Rilke, meu único autor de cabeceira.
A vida vai nos ensinando quanto isso é verdade. Pais, filhos, irmãos, amigos e amantes podem conviver décadas a fio, podem ter uma relação intensa, podem se divertir juntos e sofrer juntos, ter gostos parecidos ou complementares, ser interessantes uns para os outros, superar grandes conflitos – mas persiste o lado avesso, o atrás da mascara, que nunca se expõe e nem se dissipa.
Nem todos os mal-entendidos, mágoas e brigas se dão porque somos maus, mas por problemas de comunicação. Porque até a morte nos conheceremos pouco, porque não sabemos como agir. Se nem sei direito quem sou, como conhecer melhor o outro, meu pai, meu filho, meu parceiro, meu amigo – e como agir direito?
Neste momento escrevo, como já disse, um livro sobre o silêncio. Começou como um ensaio na linha de O Rio do Meio e Perdas & Ganhos, mas acabou se tornando um romance, em pleno processo de elaboração. Isso me faz refletir mais agudamente sobre a questão da comunicação e sua por vezes dramática dificuldade, pois nos mal-entendidos reside muito sofrimento desnecessário.
Amor e amizade transitam entres esses dois “eu” que se relacionam em harmonia e conflito: afeto, generosidade, atenção, cuidados, desejo de partilhamento ou de vida em comum, vontade de fazer e ser um bem, e de obter do outro o que para a gente é um bem, o complicado respeito ao espaço do outro, formam um campo de batalha e uma ponte.
Pontes podem ser precárias, estradas têm buracos, caminhos escondem armadilhas inconscientes que preparamos para nosso próprios passos em direção ao outro. O que está mergulhado no inconsciente é o nosso maior tesouro e o mais insidioso perigo.
Pensar sobre a incomunicabilidade ou esse espaço dela em todos os relacionamentos significa pensar sobre o silêncio: a palavra que devia ter sido pronunciada, mas ficou fechada na garganta e era hora de falar, o silêncio que não foi erguido no momento exato – e era o momento de calar.
Mas, como escrevi várias vezes, a gente não sabia.
É a incomunicabilidade, não por maldade ou jogo de poder, mas por alienação ou simples impossibilidade. Anos depois poderá vir a cobrança: por que naquela hora você não disse isso? Ou: por que naquele momento você disse aquilo?
Relacionar-se é uma aventura, fonte de alegria e risco de desgosto. Na relação defrontam-se personalidades, dialogam neuroses, esgrimem sonhos e reina o desejo de manipular disfarçado de delicadeza, necessidade ou até carinho. Difícil? Difícil sem dúvida, mas sem essa viagem emocional a existência é um deserto sem miragens.
No relacionamento amoroso, familiar, ou amigo acredito que partilhar a vida com alguém que valha a pena é enriquecê-la: permanecer numa relação desgastada é suicídio emocional, é desperdício de vida. Entre fixar e romper, o conflito e o medo do erro.
Somos todos pobres humanos, somos todos frágeis e aflitos, todos precisamos amar e ser amados, mas às vezes laços inconscientes enredam nossos passos e fecham nosso coração. A balança tem de ser acionada: prevalecem conflitos ásperos e a hostilidade, ou a ternura e aqueles conflitos que ajudam a crescer e amar melhor, a se conhecer melhor e melhor enxergar o outro? O olhar precisa ser atento: mais coisas negativas ou mais gestos positivos? Mais alegria ou mais sofrimento? Mais esperança ou mais resignação?
Cabe a cada um de nós decidir, e isso exige auto-exame, avaliação. Posso dizer que sempre vale a pena, sobretudo vale a pena apostar quando o outro continua sendo um desafio em lugar de um tédio, e quando, entre pais e filhos, irmãos, amigos ou amantes, continua a disposição de descobrir mais e melhor quem é o outro, o que deseja, de que precisa, o que pode – o que lhe é possível fazer.
Em certas fase, é preciso matar a cada dia um leão; em outras, estamos num oásis. Não há receitas a não ser abertura, sinceridade, humildade que não é rebaixamento. Além do amor, naturalmente, mas esse às vezes é um luxo, como a alegria, que poucos se permitem.
Seja como for, com alguma sorte e boa vontade a alma do outro pode também ser a doce fonte da vida."

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Homenagem

O(a) homenageado(a) vai compreender. Amor transcende qualquer entendimento. E amizade é uma forma de amor :)