Uma constatação minha durante esses dias de férias no Velho Mundo. Todo europeu já teve um romance com um brasileiro.
Para se pensar...
de Barcelona.
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sábado, 29 de maio de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Chico Xavier e Homossexualidade
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Post Final Sobre Sex And The City - O Filme

Pensei muito, conversei com amigos fervidos como o Estefânio, e cheguei à conclusão pessoal de que o filme é de uma sinceridade deliciosa e um tapa na cara dos politicamente corretos e dos que se consideram "hype". Deveria ser traduzido como "Xôxo e a Cidade", pois:
- xoxa a busca pelos relacionamentos perfeitos. Mostra que a felicidade não é previsível e muito menos aritmética. Que as fórmulas pré-concebidas de família, casamento, carreira, sexo, são todas "bullshit";
- xoxa os hypes, moderninhos e metrossexuais: a Carrie (correção do Estefânio - eu havia escrito Samantha) ironiza o IPhone, cujo uso não é nada intuitivo (nem vou falar da bateria e da câmera...- Apple é coisa de desocupado), os gays que se achavam, esbanjavam no carão e não se aturavam acabaram tendo de se beijar no New Year's Eve. Mostra que o pessoal ecochato / fogueirinha da costa oeste não é páreo para as novaiorquinas fervidas;
- xoxa com franqueza o modo como os norteamericanos vêem grande parte do resto do mundo: bárbaros. "Here be dragons"... Parece a princípio ironizar o "excesso de zêlo" da Charlotte com a água e comida locais mexicanas, mas mostra que quando ela se descuida e molha a boca na água do chuveiro se caga toda de diarréia. Tenham a certeza de que pensam assim do "Brazil" e de que, dentro do país, paulistas, por exemplo, pensam o mesmo do Rio e de Salvador, guardadas as proporções;
- Mas para mim, o ponto alto foi a Sam Jones jogando "à merda" o livro "O Segredo", que muitos incensaram, e que não passa de literatura de auto-ajuda barata. Vibrei nessa hora.
No blog amigo Lambe-Lambe vi o texto que reproduzo abaixo, da querida Clarice (né, Gui?) e que, acho, resume uma das muitas mensagens do filme:
"Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos,
resta-nos um último recurso: não fazer mais nada.
Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer."
Clarice Lispector
'Bora desencanar e ser feliz!
segunda-feira, 7 de abril de 2008
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Apelação
Na TV aberta, toda vez que o Deus IBOPE manifesta desagrado, as emissoras apelas para seuxalidade e colocam atores nus. Neste caso só faltou o nú frontal...
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