sábado, 27 de março de 2010
Minha nova diva
Hora do Planeta - Ecobobos me divertem
De Boa intenção o Inferno está cheio. Lá em casa eu vou ligar TODAS as minhas 6 lâmpadas de 200W.
O Maranhão me diverte
Imperatriz é o segundo município mais populoso do estado brasileiro do Maranhão. Sede da Região Metropolitana do Sudoeste Maranhense, a cidade se estende pela margem direita do rio Tocantins, e é atravessada pela Rodovia Belém-Brasília, situando-se na divisa com o estado do Tocantins.
Imperatriz é o maior entroncamento comercial, energético e econômico do estado, sendo ainda o segundo maior centro populacional, econômico, político e cultural do Maranhão e possui um posicionamento estratégico útil não só ao estado mas também para todo o norte do país. Imperatriz está num cruzamento entre a soja de Balsas[12], no sul do Maranhão, a extração de madeira na fronteira com o Pará, a siderurgia em Açailândia[13] e a agricultura familiar no resto do estado, com destaque para a produção de arroz, e também das futuras potencialidades como a produção de energia e celulose com a implantação da hidroelétrica de Estreito[14][15], Serra Quebrada[16][17] e da fábrica da Suzano Papel e Celulose em Imperatriz[18][19]. Além dessas potencialidades, pode-se perceber também intensa atividade extrativista, principalmente na reserva do Ciriaco. Para dar suporte logístico a todas essas atividades, Imperatriz assume postura de capital local, pois através do Complexo atacadista do Mercadinho e do Centro Varejista do Calçadão, a produção do sul do Maranhão, norte do Tocantins e leste do Pará é escoada. Para tanto Imperatriz conta com a Rodovia BR-010 (Belém-Brasília), com um dos maiores rios do país, o Rio Tocantins e com a Ferrovia Norte-Sul e a Estrada de Ferro Carajás. Além disso, por Imperatriz passam as principais linhas de transmissão de energia elétrica do Maranhão[20] e de outros estados.
Hoje, por força de seu grande desempenho nos setores do comércio e da prestação de serviços, Imperatriz ocupa a posição de segundo maior centro econômico, político, cultural e populacional do estado e o principal da região que aglutina o sudoeste do Maranhão, norte do Tocantins e sul do Pará. A história e o desenvolvimento de Imperatriz deram-lhe diversos títulos, entre eles o de "Portal da Amazônia - Capital da Energia".
(Fonte: Wikipédia)
Capital da Energia, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Super-Homem, Igreja Católica e Humanidade

Even though you have been raised as a human being, you are not one of them."
"They can be a great people, Kal-El, they wish to be. They only lack the light to show the way. For this reason above all, their capacity for good, I have sent them you... my only son."
As frases acima são ditas por Jor-El, personagem do filme "Super-Homem: O Retorno", cuja segunda parte traduzo (livremente) abaixo. Kal-El seria o nome original do Super-Homem.
"Eles podem ser um grande povo, Kal-El, eles desejam ser. Falta-lhes apenas a luz para mostrar-lhes o caminho. Por esta razão acima de todas, a capacidade (potencial) deles para o bem, eu enviei-lhes você... meu único filho".
Criado na primeira metade do Século XX, o personagem Super-Homem teve o ápice de seu sucesso no cinema e na cultura ocidental na década de 80 (e fim da 70). Disse já que os anos 80 foram a década que a moda esqueceu/ignorou. E vejam, nada entendo de moda. Mas ficou marcado na minha memória que na década de 80 acreditávamos em coisas que muitos hoje diriam piegas:
- meritocracia;
- vitória da bondade e da justiça;
- que o bloco comunista repressivo e retrógrado seria vencido (como o foi);
- que valia a pena sonhar;
- que o ser humano era intrinsecamente bom;
- dentre outras coisas.
Pessoalmente queria acreditar nisso tudo, e foi parte de minha formação moral. Cresci um otimista. Acredito na lenta mas inexorável evolução da nossa espécie. Sem ingenuidade, até por conhecer psicopatas - dos quais falarei dia desses em particular -, acredito que a maioria quer ser honesta, boa e solidária.
Claro que me entristecem as "desumanidades" da Igreja Católica, das quais acredito pedirá-se desculpas um dia; os presos de consciência em Cuba, o retrocesso histórico e político-social na Venezuela, o risco de coisas semelhantes acontecerem em nosso Brasil.
Mas para além de minhas convicções religiosas particulares - que não discutirei aqui - firmo meu pensamento nos saudosos anos 80 - ainda que muito jovem para viver o passado - porém sem jamais achar que os "velhos tempos" eram melhores. Para mim o futuro é sempre melhor, ainda que com retrocessos temporários que nada significam no panorama histórico amplo.
Penso em palavras como as que foram criadas para Jor-El: Eles podem ser um grande povo, Kal-El, eles desejam ser. Falta-lhes apenas a luz para mostrar-lhes o caminho.
Seremos uma grande e justa civilização. Ao menos em meus sonhos. Porém sem a intervenção de inexistentes heróis. Acredito que não nos falta a luz para mostrar o caminho. Apenas ela e o caminho são construídos pé ante pé, através de pessoas que naturalmente enxergam à frente de seu tempo. Isto é na minha opinião uma característica humana que aparece em alguns poucos, mas sempre presente.
Se isto é apenas uma muleta mental/filosófica minha ou realidade, apenas o tempo mostrará. Tempo maior que o de minha vida. Mas isto me faz amar, trabalhar, ler, criar e, acima de tudo, sonhar. Porque acredito que nunca seremos maiores que os nossos sonhos. E que nada é impossível. O dito impossível apenas demora mais.
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Alê dá um fora em Valter. Não deixa de ser bem realista e cotidiano o desdobramento.
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sexta-feira, 26 de março de 2010
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