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domingo, 19 de setembro de 2010
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Coco Chanel
Louco para assistir ao filme já citado no blog do amigo Tony Goes, Coco Antes de Chanel. Vou deixar de lado neste post a polêmica sobre os aspectos deixados de lado e os abordados neste filme sobre a mulher complexa e superadora que foi Gabrielle Bonheur “Coco” Chanel (* 19 de agosto de 1883 - + 10 de janeiro de 1971).
Nascida na pequena cidade francesa de Saumur, Coco passou sua infância em um orfanato. Isto não a impediu de tornar-se uma das mulheres mais influentes de seu tempo, além de designer de moda vanguardista, com seu estilo feminina inspirado no masculino, no minimalismo caro e chic que marcou toda a moda do final do Século XX. Na sinopse do filme no Guia da Folha lia-se: perto de Coco as demais mulheres pareciam enfeites de bolo. Fundadora da famosa grife de roupas, perfumes e acessórios Chanel, Coco teve tamanha importância transformadora na moda que foi a única pessoa da área a ser listada entre as “100 Pessoas Mais Influentes do Século (XX)” da revista americana TIME.
Coco teve cinco irmãos e irmãs e sua mãe faleceu de tuberculose quando ela tinha apenas 12 anos. Foi então que o pai, que precisava trabalhar para o sustento da família, deixou Coco em um orfanato num mosteiro católico, onde lhe foi ensinado, por feliz coincidência, o ofício de costureira. Junto com as técnicas mais requintadas aprendidas de parentas durante as férias escolares, isto permitiu-lhe que, ao sair do orfanato aos 18 anos, Coco prontamente conseguisse um emprego numa alfaiataria.
Desde então começaram seus affairs com diversos homens ricos e influentes. O dândi e milionário francês Étienne Balsan lhe introduziu ao mundo do luxo e do glamour: diamantes, perfumes, vestidos refinados e pérolas (que viriam a ser suas joias prediletas por toda a vida). Durante seu caso com ele desenvolveu o gosto pelo design de chapéus, na moda então. Deixou-o, mas não sem antes apropriar-se de seu apartamento em Paris. Iniciou-se no comércio em 1913, sem sucesso. Mas isso não a fez esmorecer. Na mesma época iniciou outro caso com um amigo de Étienne, Arthur “Boy” Capel, que deu-lhe capital para reiniciar-se no comércio de moda. Teve como freguesas famosas atoras francesas, o que lhe impulsionou os negócios. Aos poucos, incorporou a partir de 1913 clientes da aristocracia. Ainda na Primeira Grande Guerra passou a pregar que as mulheres deviam vestir-se para agradar a si próprias e não seus homens.
Após ficar famosa e rica, falseou a própria biografia para “apagar” sua origem humilde. Provável tentativa de superar os traumas do passado. Acredita-se que em 1920 teve um caso com o compositor casado Igor Stravinsky, a quem convidou , com sua família, a residir com ela, no papel de mecenas.
Em 1923 declarou que “ a simplicidade é a nota central de toda verdadeira elegância”. Ao contrário dos demais profissionais da alta costura europeia, Coco mantinha a mulher como elemento central, em roupas simples e reveladoras, que pudesses ser confortavelmente usadas. Gabava-se: “Dei às mulheres uma sensação de liberdade, devolvi-lhes seus corpos: corpos que estavam encharcados de suor, devido aos ditames da moda rebuscada, laços, espartilhos, roupas íntimas, entretelas." Deu novo status a tecidos considerados menos nobres.
Coco é associada às “melindrosas” dos anos 20, que desafiaram o status quo da época e lutaram por igualdade e direitos, como a comunidade GLBT faz na atualidade. Demonstravam tal independência através de nova atitude e postura, com cabelos e roupas curtos, uso explícito de cosméticos, e hábitos de fumar e beber coquetéis publicamente, como os homens. Deram um salto em relação às suas mães: praticavam esportes, possuíam seus próprios carros, tinham vida noturna e curtiam jazz. Esta filosofia teve como ícone a “jaqueta” mais famosa criada por Chanel: o tailleur. Também eram marcas registradas suas a confecção mais confortável e sem costuras que incomodassem, bem como a "manga de três peças", confeccionadas separadamente e costuradas à mão à peça principal.
A confecção relativamente pesada, com botões metálicos e bordas costuradas, tinha o planejado objetivo de dar peso e suporte a tecidos leves e frescos. Obtinha roupas de um conforto superlativo, parecidas mais com roupas do dia-a-dia que de alta costura, mas SOMENTE neste aspecto. Tais conceitos foram poderosos e duraram gerações.
Com o início da Segunda Guerra Mundial em 1939, viu-se obrigada a fechar suas lojas. Passou toda a ocupação nazista da França hospedada e refugiada no Hôtel Ritz Paris. À época, foi duramente criticada por mais um suposto affair, com um espião nazista de alto escalão: Hans Gunther von Dincklage. Mas foi graças a isso que Coco pôde permanecer no hotel.
Mudou-se para a Suíça em 1945, retornando a Paris apenas em 1954, ano em que retornou à alta costura. Contudo, nunca foi perdoada pelos franceses por seu suposto colaboracionismo, e teve de contar com fiéis consumidores britânicos e norte-americanos.
Coco nunca perdeu sua irreverência e independência. Durante namoro com o Duque de Westminster, aproveitou o exemplo para explicitar por que nunca havia se casado: Houve várias Duquesas de Westminster. Chanel, só há uma!
Morreu de infarto cardíaco em sua suíte particular no mesmo Hôtel Ritz Paris, com bem vividos 87 anos.
Vamos ao cinema?
Nascida na pequena cidade francesa de Saumur, Coco passou sua infância em um orfanato. Isto não a impediu de tornar-se uma das mulheres mais influentes de seu tempo, além de designer de moda vanguardista, com seu estilo feminina inspirado no masculino, no minimalismo caro e chic que marcou toda a moda do final do Século XX. Na sinopse do filme no Guia da Folha lia-se: perto de Coco as demais mulheres pareciam enfeites de bolo. Fundadora da famosa grife de roupas, perfumes e acessórios Chanel, Coco teve tamanha importância transformadora na moda que foi a única pessoa da área a ser listada entre as “100 Pessoas Mais Influentes do Século (XX)” da revista americana TIME.
Coco teve cinco irmãos e irmãs e sua mãe faleceu de tuberculose quando ela tinha apenas 12 anos. Foi então que o pai, que precisava trabalhar para o sustento da família, deixou Coco em um orfanato num mosteiro católico, onde lhe foi ensinado, por feliz coincidência, o ofício de costureira. Junto com as técnicas mais requintadas aprendidas de parentas durante as férias escolares, isto permitiu-lhe que, ao sair do orfanato aos 18 anos, Coco prontamente conseguisse um emprego numa alfaiataria.
Desde então começaram seus affairs com diversos homens ricos e influentes. O dândi e milionário francês Étienne Balsan lhe introduziu ao mundo do luxo e do glamour: diamantes, perfumes, vestidos refinados e pérolas (que viriam a ser suas joias prediletas por toda a vida). Durante seu caso com ele desenvolveu o gosto pelo design de chapéus, na moda então. Deixou-o, mas não sem antes apropriar-se de seu apartamento em Paris. Iniciou-se no comércio em 1913, sem sucesso. Mas isso não a fez esmorecer. Na mesma época iniciou outro caso com um amigo de Étienne, Arthur “Boy” Capel, que deu-lhe capital para reiniciar-se no comércio de moda. Teve como freguesas famosas atoras francesas, o que lhe impulsionou os negócios. Aos poucos, incorporou a partir de 1913 clientes da aristocracia. Ainda na Primeira Grande Guerra passou a pregar que as mulheres deviam vestir-se para agradar a si próprias e não seus homens.
Após ficar famosa e rica, falseou a própria biografia para “apagar” sua origem humilde. Provável tentativa de superar os traumas do passado. Acredita-se que em 1920 teve um caso com o compositor casado Igor Stravinsky, a quem convidou , com sua família, a residir com ela, no papel de mecenas.
Em 1923 declarou que “ a simplicidade é a nota central de toda verdadeira elegância”. Ao contrário dos demais profissionais da alta costura europeia, Coco mantinha a mulher como elemento central, em roupas simples e reveladoras, que pudesses ser confortavelmente usadas. Gabava-se: “Dei às mulheres uma sensação de liberdade, devolvi-lhes seus corpos: corpos que estavam encharcados de suor, devido aos ditames da moda rebuscada, laços, espartilhos, roupas íntimas, entretelas." Deu novo status a tecidos considerados menos nobres.
Coco é associada às “melindrosas” dos anos 20, que desafiaram o status quo da época e lutaram por igualdade e direitos, como a comunidade GLBT faz na atualidade. Demonstravam tal independência através de nova atitude e postura, com cabelos e roupas curtos, uso explícito de cosméticos, e hábitos de fumar e beber coquetéis publicamente, como os homens. Deram um salto em relação às suas mães: praticavam esportes, possuíam seus próprios carros, tinham vida noturna e curtiam jazz. Esta filosofia teve como ícone a “jaqueta” mais famosa criada por Chanel: o tailleur. Também eram marcas registradas suas a confecção mais confortável e sem costuras que incomodassem, bem como a "manga de três peças", confeccionadas separadamente e costuradas à mão à peça principal.
A confecção relativamente pesada, com botões metálicos e bordas costuradas, tinha o planejado objetivo de dar peso e suporte a tecidos leves e frescos. Obtinha roupas de um conforto superlativo, parecidas mais com roupas do dia-a-dia que de alta costura, mas SOMENTE neste aspecto. Tais conceitos foram poderosos e duraram gerações.
Com o início da Segunda Guerra Mundial em 1939, viu-se obrigada a fechar suas lojas. Passou toda a ocupação nazista da França hospedada e refugiada no Hôtel Ritz Paris. À época, foi duramente criticada por mais um suposto affair, com um espião nazista de alto escalão: Hans Gunther von Dincklage. Mas foi graças a isso que Coco pôde permanecer no hotel.
Mudou-se para a Suíça em 1945, retornando a Paris apenas em 1954, ano em que retornou à alta costura. Contudo, nunca foi perdoada pelos franceses por seu suposto colaboracionismo, e teve de contar com fiéis consumidores britânicos e norte-americanos.
Coco nunca perdeu sua irreverência e independência. Durante namoro com o Duque de Westminster, aproveitou o exemplo para explicitar por que nunca havia se casado: Houve várias Duquesas de Westminster. Chanel, só há uma!
Morreu de infarto cardíaco em sua suíte particular no mesmo Hôtel Ritz Paris, com bem vividos 87 anos.
Vamos ao cinema?
sábado, 31 de outubro de 2009
alexandre.lucas@rh.underworld.net.zz
Vez ou outra dou uma de Élio Gáspari e recebo e-mails em minha caixa postal aqui do RH. Se são reais ou imaginários, se são psicografias, ainda não sei dizer. Acabo de receber o que se segue:
Clique aqui para ler.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
Só para não passar em branco

Dia 9 de Julho é Feriado em São Paulo, por conta da Revolução Constitucionalista de 1932. Mas tambem devia ser em Mato Grosso do Sul, ja que o conflito atravessou o rio Paraná e teve batalhas em Coxim e Porto Murtinho.
Pouca gente sabe, mas na Revolução Constitucionalista de 1932 ajudou a criar um estado. No meio de todo conflito em busca de uma assembleia constituinte, contra a ditadura Vargas, um grupo no Sul do Mato Grosso se aliou à causa paulista e criou o Estado de Maracaju. Caso a houvesse vitoria, permaneceria a divisão e o novo Estado com Campo Grande como capital.
Pra quem não sabe, desde a Guerra do Paraguai a parte mais ao Sul de MT queria se tornar independente da parte Norte. Os motivos? Cuiabá, a capital, ficava longe demais; o Sul era de longe muito mais desenvolvido;era a parte mais povoada; do dinheiro dos impostos, quase nada ficava por aqui.
Pena que Maracaju durou apenas 87 dias e Mato Grosso Uno durou mais 45 anos. Só foi desmembrado no governo Geisel em 1977, mas o MS herdou toda divida do irmão mais velho e ainda teve de pagar uma indenização por conta do território.
Hoje a Revolução é lembrada - tá às vezes nem tanto -em todo estado de São Paulo, mas pras bandas de cá ninguém fala, ninguém comenta. Tenho isso na memória porque meu avô, paulista que sempre foi um defensor de 32, sempre me contava o motivo da luta e da importância de guardar o que fez tanta gente morrer. Mas aprender a lembrar disso aqui pra quê?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Lula: Quem te viu e quem te vê!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Início de Férias
Começo de férias, época de colocar em dia leituras que no dia-a-dia corrido adiamos pelas mais várias razões. Hoje inicio a leitura de um romance de John Boyne: O menino do pijama listrado.
Estou no começo, mas já recomendo. Comprei pela Amazon, mas no Brasil pode ser encontrada a tradução pela Companhia das Letras.
Estou no começo, mas já recomendo. Comprei pela Amazon, mas no Brasil pode ser encontrada a tradução pela Companhia das Letras.
sábado, 22 de novembro de 2008
SOLTEM OS CÃES!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Led Zeppelin de volta aos palcos em Londres!Foi um momento histórico para o rock (e para mim): o Led Zeppelin se reuniu após quase 20 anos do término da banda! O show ocorreu no O2 Arena, em Londres, na última segunda-feira.
Numa época em que todas as formas de pirataria proliferam, e exatos 2 meses após o Radiohead ter lançado seu último álbum para download na internet antes de colocá-lo à venda nas lojas, o reencontro do Led Zeppelin foi uma homenagem a Ahmet Ertegun, fundador da gravadora Atlantic Records, morto no ano passado.
Mas de que isso importa? O que importa é que desde 1980, quando morreu John Bonham, o baterista da banda, os integrantes remanescentes quase não pisaram mais no palco todos juntos! (esqueçam as 2 aparições de 85 e 88! nem se comparam a esta!) O que importa é que estamos falando de uma das maiores banda de rock de todos os tempos! O que importa é que 20.000 pessoas assistiram a um show que já entrou para a história!
Todas as notícias que li e assisti foram unânimes: o show foi impecável, emocionante, à altura de tudo o que os fãs ansiosos esperavam. "Fantastic!", na palavra preferida dos ingleses. Durante 2 horas, a banda tocou um set list escolhido a dedo para 20.000 privilegiados que tiveram de concorrer com mais de 1 milhão de interessados em um sorteio para conseguir comprar um dos 18 mil ingressos colocados à venda.
Esqueçam tudo o que já viram de bandas antigas voltando aos palcos, quando os "vovôs" podem agradar pelo momento mágico, pelo brilhantismo técnico ou pela emoção nostálgica, mas com lágrimas nos olhos percebemos que o tempo realmente passou. O cenário desta segunda-feira foi muito diferente desse. Um Jimmy Page de cabelos brancos, afiadíssimo na guitarra, usando até arco de violino para tocar, e dando o rumo da banda, como sempre, um John Paul Jones enxutérrimo, à sombra da dupla mágica, mas fundamental, como sempre, e um Robert Plant cheio de energia, com os inconfundíveis cachos loiros e uma voz magnífica, como sempre. Tudo como nos "good old times". Ops! Tudo, não. Na bateria, Jason Bonham, filho de John Bonham, que fez bonito substituindo o pai.
E, imparcialidade jornalística à parte, permitirei-me aqui comentar um pouco mais sobre (meu ídolo) Robert Plant. Mr. Plant continua tão fascinante quanto nos anos 70. Charmoso, "gritante" e carismático. Sua voz está longe de precisar dobrar o volume do microfone para ser ouvida. Continua sexy, linda e potente. Nada foi perdido para Mr. Robert Plant. Só o que os anos lhe trouxeram foi maturidade. Certamente merecedor do título de "lenda viva" do rock.
Bom, depois do sucesso do show, só nos resta aguardar com os dedos cruzados por uma possível turnê da banda, ainda sem confirmação. Mas há quem diga que ao menos os novaiorquinos podem começar a guardar seus "pennies" pra assistir a um show no Madison Square Garden, em 2008. De acordo com o jornal britânico "The Sun", uma fonte teria revelado que a decisão foi tomada após o show, entre xícaras de chá e café: "A banda estava muito animada e se perguntando o que John Bonham acharia daquilo." Correm rumores ainda menos consistentes sobre mais 2 shows em Londres, no Wembley Arena, também em 2008.
Mas enquanto nada disso é confirmado, o jeito é esperar pela edição do show em DVD, já que os vídeos foram retirados do youtube (o tempo que perdi [ganhei] assistindo a todos esses clipes antes de serem retirados não tem preço! rs).
De consolo (e presente, claro!), deixo aqui um vídeo dos antigos.
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