segunda-feira, 19 de março de 2012
domingo, 20 de março de 2011
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Os Moinhos do Senhor...
sábado, 25 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Ensinamento Pesadinho do Dia
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Só para não passar em branco

Dia 9 de Julho é Feriado em São Paulo, por conta da Revolução Constitucionalista de 1932. Mas tambem devia ser em Mato Grosso do Sul, ja que o conflito atravessou o rio Paraná e teve batalhas em Coxim e Porto Murtinho.
Pouca gente sabe, mas na Revolução Constitucionalista de 1932 ajudou a criar um estado. No meio de todo conflito em busca de uma assembleia constituinte, contra a ditadura Vargas, um grupo no Sul do Mato Grosso se aliou à causa paulista e criou o Estado de Maracaju. Caso a houvesse vitoria, permaneceria a divisão e o novo Estado com Campo Grande como capital.
Pra quem não sabe, desde a Guerra do Paraguai a parte mais ao Sul de MT queria se tornar independente da parte Norte. Os motivos? Cuiabá, a capital, ficava longe demais; o Sul era de longe muito mais desenvolvido;era a parte mais povoada; do dinheiro dos impostos, quase nada ficava por aqui.
Pena que Maracaju durou apenas 87 dias e Mato Grosso Uno durou mais 45 anos. Só foi desmembrado no governo Geisel em 1977, mas o MS herdou toda divida do irmão mais velho e ainda teve de pagar uma indenização por conta do território.
Hoje a Revolução é lembrada - tá às vezes nem tanto -em todo estado de São Paulo, mas pras bandas de cá ninguém fala, ninguém comenta. Tenho isso na memória porque meu avô, paulista que sempre foi um defensor de 32, sempre me contava o motivo da luta e da importância de guardar o que fez tanta gente morrer. Mas aprender a lembrar disso aqui pra quê?
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Sobre Gaza e Israel
sábado, 17 de maio de 2008
17 de maio
17 de maio (ao contrário do que diz o corretor ortográfico do Word em português os meses são escritos em minúsculas) é o DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À HOMOFOBIA. Não se omita de denunciar casos de violência ou discriminação e evite que casos como o espancamento deste professor em São Paulo se repitam.(Foto aqui)
Dia 15 de maio, como pode ser visto em imagem na coluna da direita do blog, foi o dia de ação dos blogs pelos direitos humanos. Cada blog deveria abordar um tema relacionado ao assunto para tentar fazer a diferença. Eu escolhi abordar o tema da depressão, doença cotidiana que afeta a muitos e poucos no Brasil e no mundo tem acesso a tratamentos eficazes que já existem!
Hoje vou contar a história de uma heroína polonesa da Segunda Guerra Mundial pouco conhecida, e que como quase todos os heróis, numa paródia a Policarpo Quaresma, morrem na pobreza e esquecidos. Assim como ocorreu com Oskar Schindler, que morreu na pobreza na Alemanha antes de ter seus méritos tornados públicos à humanidade por Steven Spielberg no filme "A Lista de Schindler".
Irena Sendler (ou Irena Sendlerowa ) salvou 2.500 crianças judias do gueto de Varsóvia.
Nascida em 15 de fevereiro de 1910, foi uma desconhecida durante muitos anos para os poloneses. Apenas em março de 2007 a Polônia lhe prestou uma homenagem solene e seu nome foi proposto ao prêmio Nobel da Paz.
Já o memorial israelense do Holocausto Yad Vashem, lhe entregou em 1965 o título de “Justo entre Nações”, destinado aos não-judeus que salvaram a vida de judeus.
Ela era assistente social. Em 1940 passou, correndo os riscos que vemos nos filmes, a fornecer roupas, alimentos e remédios aos moradores do gueto em que os nazistas haviam segregado os judeus.
Irena conseguiu retirar de maneira clandestina milhares de crianças do gueto, com o amparo de famílias católicas e conventos.
"Fomos testemunhas de cenas infernais quando o pai estava de acordo, mas a mãe não", comentou a um site na internet dedicado a ela (www.dzieciholocaustu.pl).
As crianças eram escondidas em maletas e retiradas por bombeiros ou em caminhões de lixo. Em alguns casos chegavam a ser escondidas dentro dos abrigos de pessoas que tinham autorização para entrar no gueto.
Claro que eventualmente Sendler foi presa, em sua casa em 20 de outubro de 1943.
Durante o período em que ficou detida no quartel-general da Gestapo, foi torturada pelos nazistas que quebraram seus pés e pernas. Ainda assim, ela não deu informações. Logo depois, foi condenada à morte, mas foi salva quando a conduziam à execução por um oficial alemão que a resistência polonesa conseguiu corromper.
Sendler continuou sua luta clandestina sob uma nova identidade até o final da guerra, trabalhando como supervisora de orfanatos e asilos em seu país.
Nunca se considerou uma heroína. "Continuo com a consciência pesada por ter feito tão pouco", declarou.
Devido ao seu estado de saúde delicado, Irena Sendler não participou da cerimônia que lhe homenageou em 2007, mas enviou uma sobrevivente, salva por ela em um gueto quando bebê, Elzbieta Ficowska, em 1942, para ler uma carta em seu nome.
"Convoco todas as pessoas generosas ao amor, à tolerância e à paz, não somente em tempos de guerra, mas também em tempos de paz", escreveu.
Faleceu em 12 de maio último.
Reconhecimentos que recebeu em vida:
-em 1965, reconhecida para inclusão no Yad Vashem (vide acima), o que foi confirmado pele Suprema Corte de Israel em 1983. Ela também recebeu a comenda Cruz dos Comandantes do “Israeli Institute”.
Em 2003, o então Papa João Paulo II enviou uma carta pessoal a Sendler, glorificando seus esforços da época da guerra.
Em 10 de outubro de 2003, Sendler recebeu a comenda “Ordem da Águia Branca”, a mais alta condecoração civil da Polônia. Também recebeu o Prêmio Jan Karski “por Corgem e Coração”, que é outorgado Pelo Centro Americano de Cultura Polonesa, em Washington.
Em 14 de março de 2007 foi homenageada pelo Senado Polonês. O Presidente Polonês Lech Kaczynski a nomeou ao Prêmio Nobel da Paz. Aos 97 anos, incapaz de sair do asilo em que vivia por dificuldade de locomoção para receber a homenagem, ela enviou uma mensagem pela sobrevivente que salvou.
Escrevendo isso acho que tenho reflexão suficiente para a semana...
segunda-feira, 3 de março de 2008
Fumaça na Calha Norte
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Momentos tristes de desumanidade
Minha amiga Paulinha viajou a serviço da ONU para o Usbequistão, e foi visitar o monumento aos 600.000 homens e mulheres usbeques mortos na II Guerra, defendendo a URSS. O monumento é lindo, com os 600.000 nomes inscritos em placas de cobre para a posteridade e a estátua de uma mãe usbeque vigiando uma chama eterna cerimonial.
(A foto é dela - recebi por e-mail hoje. Ela ainda está lá. Consegui o milagre de falar com ela pelo telefone!)



