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sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Ensinamento Pesadinho do Dia
Esta madrugada levantei pra mijar, enquanto mijava disse pro meu pinto:
Tá vendo ?!?!??!?
Quando você precisa eu levanto.... !!!
(Tábata disse: quem nunca?)
Dica do amigo Marcelo
quinta-feira, 31 de março de 2011
Sobre o caso Jair Bolsonaro vs. Preta Gil
Vale a pena ler:
“É verdadeiro dizer que no início serve-se contra a vontade e à força; mais tarde, acostuma-se, e os que vêm depois, nunca tendo conhecido a liberdade, nem mesmo sabendo o que é, servem sem pesar e fazem voluntariamente o que seus pais só haviam feito por imposição. Assim, os homens que nascem sob o jugo, alimentados e criados na servidão, sem olhar mais longe, contentam-se em viver como nasceram; e como não pensam ter outros direitos nem outros bens além dos que encontraram em sua entrada na vida, consideram como sua condição natural a própria condição de seu nascimento [...] Entretanto, o hábito, que todas as coisas exercem um império tão grande sobre todas as nossas ações, tem principalmente o poder de ensinar-nos a servir: é ele que, a longo prazo (como nos contam de Mitridates, que acabou habituando-se ao veneno), consegue fazer-nos engolir, sem repugnância, a amarga peçonha da servidão”
Bem como vale a pena ler a carta aberta dirigida a ele: aqui.
A servidão voluntária de muitos gays
aqui
Que cita texto do filósofo francês Etienne de la Boétie (1530 -1563):“É verdadeiro dizer que no início serve-se contra a vontade e à força; mais tarde, acostuma-se, e os que vêm depois, nunca tendo conhecido a liberdade, nem mesmo sabendo o que é, servem sem pesar e fazem voluntariamente o que seus pais só haviam feito por imposição. Assim, os homens que nascem sob o jugo, alimentados e criados na servidão, sem olhar mais longe, contentam-se em viver como nasceram; e como não pensam ter outros direitos nem outros bens além dos que encontraram em sua entrada na vida, consideram como sua condição natural a própria condição de seu nascimento [...] Entretanto, o hábito, que todas as coisas exercem um império tão grande sobre todas as nossas ações, tem principalmente o poder de ensinar-nos a servir: é ele que, a longo prazo (como nos contam de Mitridates, que acabou habituando-se ao veneno), consegue fazer-nos engolir, sem repugnância, a amarga peçonha da servidão”
Bem como vale a pena ler a carta aberta dirigida a ele: aqui.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Porque hoje é domingo!
Agradecimentos ao Marcelo Médici por dar a dica do link do clássico Pablo do "Qual é a Música?"
Ataque israelense mata dois palestinos em Gaza
Depois de lançar inúmeros ataques contra Israel com mísseis e promover um atentado a bomba, quando a força aérea israelense responde o Hamas propõe cessar-fogo? Se eu fosse o primeiro ministro de Israel, não ficaria nada além de poeira na faixa de Gaza. Está claro que esse povo é violente e inflexível, e quer a destruição de Israel, que só não executam por falta de poderio bélico.
Desde o último sábado, militantes em Gaza dispararam mais de 80 foguetes e morteiros em direção ao sul de Israel.
Desde o último sábado, militantes em Gaza dispararam mais de 80 foguetes e morteiros em direção ao sul de Israel.
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Devagar se chega ao longe
E aos poucos a Globo vai se modernizando e mostrando em sua programação uma imagem positiva, permitindo visibilidade aos homossexuais.
(imagens TV Globo: final da Novela TiTiTi - Julinho e Thales juntos em Saquarema)
(imagens TV Globo: final da Novela TiTiTi - Julinho e Thales juntos em Saquarema)
sexta-feira, 18 de março de 2011
Brasil se absteve em votação sobre a Líbia na ONU
quinta-feira, 17 de março de 2011
China pede ao Japão transparência sobre perigo nuclear
Aproveitem que estão sonhando e peçam um pônei.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Líbia
Na Líbia ocorre analogia ao filme Star Wars II: os tribunais e a "ONU" são imobilizados e incapazes de salvar a população.
Justos entre as Nações
Viúva de Guimarães Rosa morre em SP aos 102
Aracy ajudou centenas de judeus a fugir do nazismo e foi homenageada no Museu do Holocausto
LAURA CAPRIGLIONE
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, a quem o escritor mineiro João Guimarães Rosa, seu marido, dedicou "Grande Sertão: Veredas" (1956), morreu ontem em São Paulo, aos 102, de causas naturais, segundo a família.
Chamada de "o Anjo de Hamburgo" por ter ajudado centenas de judeus a sair da Alemanha nazista, Aracy teve seu nome inscrito no Jardim dos "Justos entre as Nações" do Museu do Holocausto de Israel. A honraria é concedida aos não judeus que arriscaram a vida para salvar judeus do extermínio durante o regime de Hitler.
Aracy nasceu em 20 de abril de 1908, na cidade paranaense de Rio Negro, filha de pai português e mãe alemã.
Aos 20 anos, casou-se com Johan Tess. O casamento durou pouco e resultou no único filho de Aracy, Eduardo. Em 1934, já separada (numa época em que não existia o divórcio no Brasil), foi para a Alemanha com Eduardo.
Culta e poliglota, conseguiu emprego no consulado brasileiro em Hamburgo como chefe do setor de vistos.
A solidariedade ativa aos judeus Aracy iniciou logo depois do episódio conhecido como "Noite dos Cristais", em 9 de novembro de 1938, quando bandos nazistas atacaram casas judaicas e sinagogas, deixando 90 mortes.
Ao mesmo tempo, no Brasil, o governo de Getulio Vargas punha em prática a Circular Secreta 1.127, política antissemita, que restringia a imigração de judeus.
"Além de providenciar os vistos que permitiam aos perseguidos sair da Alemanha, Aracy ajudou pessoalmente na fuga", lembra o jornalista e sociólogo René Decol.
Em 1938, Guimarães Rosa, na época também separado, foi nomeado cônsul-adjunto em Hamburgo. O casal se conheceu lá. O escritor aprovou a atividade de Aracy em relação aos judeus. Em 1942, ambos voltaram ao Brasil, quando o país declarou guerra à Alemanha. Vários críticos literários dizem que é nesse ponto que começa, de fato, a carreira literária de Rosa.
O escritor morreu em 1967. Na ditadura militar brasileira, logo após a promulgação do AI-5, em 1968, Aracy escondeu em seu apartamento no Rio o compositor Geraldo Vandré, perseguido por causa da música "Pra Não Dizer que não Falei de Flores".
Além do filho, Aracy deixa quatro netos e oito bisnetos.
Aracy ajudou centenas de judeus a fugir do nazismo e foi homenageada no Museu do Holocausto
LAURA CAPRIGLIONE
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, a quem o escritor mineiro João Guimarães Rosa, seu marido, dedicou "Grande Sertão: Veredas" (1956), morreu ontem em São Paulo, aos 102, de causas naturais, segundo a família.
Chamada de "o Anjo de Hamburgo" por ter ajudado centenas de judeus a sair da Alemanha nazista, Aracy teve seu nome inscrito no Jardim dos "Justos entre as Nações" do Museu do Holocausto de Israel. A honraria é concedida aos não judeus que arriscaram a vida para salvar judeus do extermínio durante o regime de Hitler.
Aracy nasceu em 20 de abril de 1908, na cidade paranaense de Rio Negro, filha de pai português e mãe alemã.
Aos 20 anos, casou-se com Johan Tess. O casamento durou pouco e resultou no único filho de Aracy, Eduardo. Em 1934, já separada (numa época em que não existia o divórcio no Brasil), foi para a Alemanha com Eduardo.
Culta e poliglota, conseguiu emprego no consulado brasileiro em Hamburgo como chefe do setor de vistos.
A solidariedade ativa aos judeus Aracy iniciou logo depois do episódio conhecido como "Noite dos Cristais", em 9 de novembro de 1938, quando bandos nazistas atacaram casas judaicas e sinagogas, deixando 90 mortes.
Ao mesmo tempo, no Brasil, o governo de Getulio Vargas punha em prática a Circular Secreta 1.127, política antissemita, que restringia a imigração de judeus.
"Além de providenciar os vistos que permitiam aos perseguidos sair da Alemanha, Aracy ajudou pessoalmente na fuga", lembra o jornalista e sociólogo René Decol.
Em 1938, Guimarães Rosa, na época também separado, foi nomeado cônsul-adjunto em Hamburgo. O casal se conheceu lá. O escritor aprovou a atividade de Aracy em relação aos judeus. Em 1942, ambos voltaram ao Brasil, quando o país declarou guerra à Alemanha. Vários críticos literários dizem que é nesse ponto que começa, de fato, a carreira literária de Rosa.
O escritor morreu em 1967. Na ditadura militar brasileira, logo após a promulgação do AI-5, em 1968, Aracy escondeu em seu apartamento no Rio o compositor Geraldo Vandré, perseguido por causa da música "Pra Não Dizer que não Falei de Flores".
Além do filho, Aracy deixa quatro netos e oito bisnetos.
domingo, 13 de março de 2011
Meu Brasil brasileiro
CAMARÃO ENSOPADO COM CHUCHU
Ingredientes:
750 gr de camarões pequenos, descascados, limpos, lavados e escorridos
2 colheres (sopa) de suco de limão
Sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres (sopa) de salsa ou coentro picados
4 colheres (sopa) de azeite
1 cebola média picada
1 dente de alho picado
3 tomates grandes sem pele e sementes, picados
2 chuchus médios descascados e cortados em cubinhos.
Modo de preparo:
Tempere os camarões com suco de limão, sal, pimenta, metade da salsa ou coentro e reserve.
Em uma panela, coloque azeite, aqueça em fogo alto, junte cebola, alho, doure levemente, acrescente os camarões, refogue somente até levantar fervura, junte tomates, chuchus, verifique o tempero, reduza o fogo para brando, tampe a panela e cozinhe mexendo de vez em quando, juntando água quente aos poucos se necessário, por cerca de 15 minutos ou até os chuchus ficarem macios, mas não desfeitos.
Tire do fogo, polvilhe com salsa ou coentro restantes, misture, transfira para um prato de servir e leve à mesa, acompanhado de arroz branco e molho de pimenta.
Rendimento: 6 porções.
Ingredientes:
750 gr de camarões pequenos, descascados, limpos, lavados e escorridos
2 colheres (sopa) de suco de limão
Sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres (sopa) de salsa ou coentro picados
4 colheres (sopa) de azeite
1 cebola média picada
1 dente de alho picado
3 tomates grandes sem pele e sementes, picados
2 chuchus médios descascados e cortados em cubinhos.
Modo de preparo:
Tempere os camarões com suco de limão, sal, pimenta, metade da salsa ou coentro e reserve.
Em uma panela, coloque azeite, aqueça em fogo alto, junte cebola, alho, doure levemente, acrescente os camarões, refogue somente até levantar fervura, junte tomates, chuchus, verifique o tempero, reduza o fogo para brando, tampe a panela e cozinhe mexendo de vez em quando, juntando água quente aos poucos se necessário, por cerca de 15 minutos ou até os chuchus ficarem macios, mas não desfeitos.
Tire do fogo, polvilhe com salsa ou coentro restantes, misture, transfira para um prato de servir e leve à mesa, acompanhado de arroz branco e molho de pimenta.
Rendimento: 6 porções.
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