quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Por que comecei?

Engraçado como quando se é adolescente agente jura que tem a vida sob total controle. Tudo vai dar certo, é independente de todo mundo e faz o que quer. Pois é, nessas de fazer o que se quer coloquei um cigarro na boca quando tinha 14 anos. Era o Sampoerna de cravo. Fumar cigarro de sabor era suuuper legal. Queria se enturmar? Era so acender um cigarro desses, comprado na tabacaria do shopping.
Fumava nas festinhas na casa de amigos, fumava para parecer o machão da escola - jurava que era - e fumava para relaxar. Queria pagar uma de homem de Marlboro, parecer que era melhor do que os outros meninos. Dai veio a faculdade e as festas dela e os motivos pra continuar fumando não diminuíam. O espírito do cowboy continuava lá no ombro esquerdo, querendo sempre um depois do outro. Os quatro anos da faculdade foram assim, depois a vida profissional do mesmo jeito.
Mas o engraçado é que sempre pensei que sempre que precisasse, largava o tabaco e tudo continuava bem. Jurava até ontem, quando acordei de noite e sem ter muito o que fazer, acendi mais um. Devo ter fumado zilhões de cigarros e nem me pergunto como estão os pulmões. Mas sei que tô ficando cada vez mais nervoso, ansioso e chato por conta dele.
Nove anos depois, muito sabores e dinheiro também, chego a conclusão de que dependo dessa droga pra me manter calmo. Se antes eu fumava em balada, fumava quando ficava nervoso, hoje fumo por qualquer motivo. Alias, motivo é que nunca falta. Sempre vem um, depois outro e depois mais outro. O pior é que todo mundo em volta fuma, não tem como não querer fumar tambem.
Agora tô pensando em ir ao medico, pra ver o que faço pra largar o cigarro. Não gosto de sentir que uma droga - por mais legal que seja - tenha o controle de mim. Sou jornalista, depende da minha voz e não posso me arriscar a ficar sem ela. Sem contar que, por mais que eu ignore os avisos das carteiras, o cigarro faz mal. Mas enquanto isso vou ali fumar mais um.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Opiniões no Twitter
domingo, 2 de agosto de 2009
Gerald Thomas

segunda-feira, 20 de julho de 2009
Sofisma
"Sofisma (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em Filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica.
É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo.
Historicamente o termo sofista, no primeiro e mais comum significado, é equivalente ao paralogismo matemático, que é uma demonstração aparentemente rigorosa que, todavia, conduz a um resultado nitidamente absurdo. Atualmente, no uso freqüente e do senso comum, sofisma é qualquer raciocínio caviloso ou falso, mas que se apresenta com coerência e que tem por objetivo induzir outros indivíduos ao erro mediante ações de má-fé."
Mas sei que o Chefe tem especial apreço pelos advogados. Por isso, dentre outras coisas, a ascensão meteórica do Pavi na carreira aqui no RH...terça-feira, 30 de junho de 2009
Lei Anti-Fumo

Sai outra liminar.
Estou do lado da Torcida do Dr. Dráusio Varella e da Danuza Leão.
Alguém quer entrar no bolão pra ver quem ri por último?
domingo, 18 de novembro de 2007
Cigarro: chupeta do diabo...

Carcinoma pulmonar de pequenas células (visão microscópica de biópsia por agulha)
O gráfico do Instituto Nacional de saúde recebeu críticas até os anos 70 e a indústria argumentava ser falaciosa a correlação entre cigarro e câncer de pulmão. Mesmo nas escolas médicas havia os pró e contra. Hoje questionamos até onde a indústria influenciou e/ou comprou médicos e pesquisadores.
Os anos passaram, o riscos do fumo passivo foram bem estudos e divulgados. Os países civilizados têm proibido o fumo em hospitais, ambientes públicos e, principalmente fechados. Até os anos 80 podia-se fumar até em aviões!
Na sua época de Ministro, José Serra deu uma enorme contribuição nacional ao regulamentar a propaganda e proibir o fumo em certos ambientes.
Mas em baladas saímos fedendo a cigarro (imagine o efeito em nossos pulmões) e em restaurantes e padarias a divisão de áreas de fumantes/não fumantes é meramente uma linha imaginária que nada resolve e o ar condicionado mistura...
Torçamos para que nosso país siga o exemplo de tantos países mundo afora e proíba o fumo nos restaurantes e baladas. O lobby e o dinheiro das indústrias tabagistas são grandes, mas o avanço dos novos tempos, conquanto lento, é inexorável.
Aos amigos fumantes, boa sorte para parar de fumar :)
(fontes das belas imagens, Wikipedia - link na coluna da direita)
(www.malvados.com.br)
