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quinta-feira, 14 de maio de 2009

EU TENHO MEDO!

Se você acha que a menina pastora louca é precoce (Ana Carolina Dias foi apelidada de Menina Pastora Louca quando um vídeo com 3 minutos de duração virou mania no YouTube; no filme, Ana Carolina aparece no altar de uma igreja evangélica, diante de centenas de fiéis, pregando palavras bíblicas de maneira feroz e apaixonada; na época da gravação, tinha 7 ou 8 anos de idade), é porque não conhece o menino candidato.

Koresh Mouzuni, 12 anos, anunciou, na terça-feira passada, querer concorrer ao cargo de presidente do Irã nas eleições do próximo 12 junho, deixando claro que, assim como o atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aposta em uma plataforma antissemita. Segundo a ÉPOCA, quando repórteres o questionaram sobre o que faria em relação à Israel, o garoto respondeu:

“Eu vou comprar o Havaí, o lugar de nascimento de Obama, dos Estados Unidos e vender para os israelenses irem morar lá. Assim não vão matar crianças em Gaza.”

Frise-se que, como país retrógrado e não civilizado, a candidatura do menino é bem possível, pois todos os candidatos à Presidência do Irã devem passar pelo crivo do Conselho dos Guardiães da Revolução, que define quem pode ou não concorrer e que decidirá se a candidatura de Mouzuni é válida.

Regina Duarte é que tem razão...

domingo, 18 de novembro de 2007

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Barbárie no Século XXI



Em pleno ano 2005, há 02 anos portanto, Mahmoud Asgari (persa: محمود عسگري) e Ayaz Marhoni (persa: عياض مرهوني) eram adolescentes iranianos e foram enforcados na Praça de Justiça (Edalat) em Mashhad (mapa ao lado), no Irã, em 19 de julho.

O fato atraiu atenção internacional pela alegação de que ambos haviam sido condenados por sexo homossexual consensual, embora o judiciário iraniano tenha alegado que ambos estavam tentando "aliciar" um garoto de 13 anos - como a idade de consentimento no Irã é de 15 anos, o garoto foi liberado. O caso ainda desperta debate acalorado.

Embora a Lei Islâmica (Shari'a) permita a pena de morte para práticas homossexuais, A Convenção dos Direitos da Criança, da qual o Irã é signatário, proíbe a execução de adolescentes.

Embora seja comum que sentenças de morte para adolescentes sejam comutadas em prisão de 5 anos, a Suprema Corte de Teerã manteve a pena de morte. As idades dos garotos não ficaram explicitadas. Acredita-se que eles tinham 14 e 15 anos à época da prisão e dezesseis e dezoito à época da execução. No Irã a maioridade penal ocorre aos 15 anos.

Além de grupos de oposição e da sociedade civil iranianos, em 22 de julho de 2005, a Anistia Internacional emitiu um comunicado que dizia:

"... antes da execução, ambos receberam 228 chibatadas cada por beber, perturbar a paz e roubar."

Apesar de não conhecer a Lei Islâmica em detalhes, achei um tanto bizarro o cálculo tão preciso de 228 chibatadas.

Essas e outras barbaridades, como as ações de um governo Islamo-fascista, ocorrem quando não há adequada separação entre Estado e Religião. Vamos torcer para as coisas na Turquia não tomarem este caminho...

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