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sábado, 10 de setembro de 2011

Porque um pouco de educação musical não faz mal a ninguém.

sábado, 27 de junho de 2009

Nossa Língua Portuguesa


Bem mais que falar do Museu da Língua Portuguesa na Estação da Luz em São Paulo, que achei bem sem graça, prefiro falar de dicionários, mais uma herança cultural que devo a meu pai.
Quando era criança e depois adolescente, sempre havia em casa 2 ou 3 dicionários, e sempre que tinha dúvida de uma palavra meu pai me obrigava a procurar. Hoje lhe sou grato. A linguagem nos separou dos animais ditos irracionais e a escrita fundou a História Universal.

Já citada aqui em artigo anterior:

"...quando se corrompe a linguagem, logo se corrompe o pensamento".
Doris Lessing - Nobel de Literatura 2007
A escritora britânica foi a décima primeira mulher a receber a honraria em 106 anos de premiação em 2007 e também a pessoa mais velha a jamais ter recebido o prêmio literário.

O dicionário Aurélio sempre achamos em casa "meia boca". Apesar de bem feito, não era tão abrangente como outros.

No Brasil, o melhor dicionário jamais feito foi o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, publicado inicialmente em 2001 no Rio de Janeiro (pasmem - risos), num projeto ambicioso iniciado em 1985 pelo lexicografista Antônio Houaiss, que faleceu pouco antes de ver a obra completa. Foi uma empreitada de 16 anos com mais de 150 profissionais de diversos países lusófonos.

Aclamado pela mídia brasileira como "o mais completo dicionário brasileiro" e "imbatível", desbancou o tradicional Aurélio, que chegou a ser sinônimo no Brasil de dicionário. Traz cerca de 258.500 verbetes e custa entre 200 e 350 reais, dependendo da versão e da loja (estava conversando isso ainda hoje com o Pavi, apaixonado por idiomas como eu). Um de seus grandes diferenciais é a inclusão da abordagem etimológica das palavras (explicando sua origem / raiz). O dicionário também apresenta uma versão adaptada para o mercado de Portugal.

Na minha opinião, perde na abrangência para o "Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa", mais conhecido como "Dicionário Caldas Aulete", com 818 mil verbetes, porém menos atualizado que o Houaiss. Meu pai tinha a versão completa, em cinco tomos, e eu me fascinava com ele. É um dicionário português.

Hoje todos eles possuem versões eletrônicas ou on line.

Útil para todos, todo lar deveria ter um =D

sábado, 17 de maio de 2008

O Poço dos Anônimos


Encontrei o local exato para sugerir aos amigos blogueiros, em especial ao Carioca Virtual, jogarmos os anônimos que deixam mensagem mal educadas ou pessoalmente ofensivas em nossos blogs. São as catacumbas do "Convento de San Francisco" no Peru, visitado pela querida amiga Libanesa. A imagem eu peguei no blog de viagens dela, que aliás, tem fotos lindas.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Educação

Todo mundo sabe que o que faz de um país uma grande nação é o investimento em educação. Recentemente foi publicado - e muito criticado - um livro denominado "A Cabeça do Brasileiro", de autoria do sociólogo Alberto Carlos Almeida, que é professor na Universidade Federal Fluminense, pela editora Record.

Nele o autor expões diferenças de opinião (OPINIÃO, não atitude) dentre os vários segmentos sócio-econômicos, regionais, etários e educacionais do país. Trata-se de estudo abrangente, bem feito e honesto.

Causou reboliço por demonstrar que, de acordo com artigo da Folha (assinantes do jornal e/ou do UOL podem ler a íntegra clicando no link): "Em praticamente todas as questões propostas, os entrevistados com diploma de ensino superior se mostram menos fatalistas, menos conformistas, menos conservadores do que a população de baixa escolaridade. O abismo é total quando se compara o pensamento de uma mulher nordestina, analfabeta, idosa e moradora do interior com as opiniões de um jovem habitante de alguma capital do Sudeste."

Pesquisou-se temas como uso da força pelo Estado, corrupção, jeitinho, homossexualismo, etc...

O autor do livro e o do artigo da Folha (Marcelo Coelho) explicam que a "moral da história" não é que a elite branca é melhor que o povão que atravancaria o avanço do Brasil, e sim que a EDUCAÇÃO FORMAL é o único caminho para uma sociedade mais democrática, justa, honesta e tolerante.

Quem sabe em mais 500 anos...