quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Donald Trump nem brinca em serviço... Venezuela "na chøn"...
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Corrigindo
Os dados estão sendo consolidados, mas a princípio o blog existe de 31 de agosto de 2006 até hoje.
Arqueologia Digital
Após esta constatação entrei em contato com colaboradores da época (éramos um grupo de blogueiros do eixo Rio-São Paulo) e amigos e aventei a possibilidade de escrever um livro sobre o blog, a cultura gay, arqueologia digital, influência de Queer As Folk (disponível apenas para as "Afags"), fotos raras, Sex And The City (principalmente Samantha), os sucessos e desafios da época em que predominava nas classes A e B o "Don't Ask Don't Tell" (DADT), o ápice das "Barbies" e da validação corporal, mimetismo tóxico, etc...
O blog ainda tem acessos diários dos 5 continentes e o Gemini postulou que 12000 acessos únicos em 2005 equivaleriam a centenas de milhares de views de Instagram atualmente.
Este blogueiro está na internet desde 1994, com os mesmos logins em serviços que foram surgindo: hotmail, orkut, gmail, x, Facebook, Instagram, Fotolog (extinto), Google 1, etc...
Nossa fiel escudeira Tábata, os coautores e eu estamos na espera de opiniões. Aguardem
novidades. 'Bora quebrar tudo.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
ENEL São Paulo, ANEEL e GOVERNO FEDERAL: Desrespeito calculado e omissão
Os governos do Município de São Paulo e Estado de São Paulo são os únicos a apoiarem o consumidor sem luz de forma realista.
BLOG ESTÁ VOLTANDO
Vai botando umas Brahmas pra gelar... O ambiente de eleições, ativismo judicial e polarização política nacional está pedindo.
sábado, 23 de janeiro de 2021
sábado, 16 de janeiro de 2021
Ensinamento Pesadinho do Dia
sábado, 18 de abril de 2020
sábado, 16 de novembro de 2019
Vidente - mensagem postada há 4 anos e já era repostagem.
Essa vidente bem que poderia estar certa...
" A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:
Lula sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E eles estão correndo atrás do carro?
- Sim, por toda a volta do carro. Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança "Agora sim!!!... Agora vai melhorar!!!..."
- E eu estou acenando de volta para eles?
- Não.
- E por que não?
- Porque o caixão está lacrado... "
(Muito boa embora antiga).
terça-feira, 9 de abril de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Ficar Adulto
Não sei mais conviver com as pessoas. Tenho medo de uma casa cheia de pais e mães e irmãos e sobrinhos e cunhados e cunhadas. Tenho vivido tão só durante tantos – quase 40 – anos. Devo estar acostumado.
Dormir 24 horas foi a maneira mais delicada que encontrei de não perturbar o equilíbrio de vocês – que é muito delicado. E também de não perturbar o meu próprio equilíbrio – que é tão ou mais delicado.
Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida – como quem olha de uma janela – mas não consegue vivê-la.
Amo vocês como quem escreve para uma ficção: sem conseguir dizer nem mostrar isso. O que sobra é o áspero do gesto, a secura da palavra. Por trás disso, há muito amor. Amor louco – todas as pessoas são loucas, inclusive nós; amor encabulado – nós, da fronteira com a Argentina, somos especialmente encabulados. Mas amor de verdade. Perdoem o silêncio, o sono, a rispidez, a solidão. Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito. É muito difícil ficar adulto.
Amo vocês, seu filho,
Caio.
sábado, 6 de outubro de 2018
Ensinamento Pesadinho do Dia
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quinta-feira, 24 de maio de 2018
Desabafo
Como ela é
Como o povo sabe
Com o chão no pé
Como a água doce
Pra matar a sede
Me deitar na rede
Tomar o café
Ser um ser humano
Sem tabu, sem preconceito
Ser errado, ser direito
Acreditar e não ter fé
Cada um sabe o sapato onde aperta
A minha porta é aberta
Qualquer um pode entrar
Não ligo, faço, aconteço
No outro dia eu esqueço
Pra de novo começar
A minha vida sem chorar
E quem quiser pode falar
Falar, falar, falar, falar, falar, falar
Que eu não vou mudar





