quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Pesadelos

"Chuva de sangue. Pesadelo longo e complicado." André Dahmer

Sabem, esse período de relativo repouso levou-me a considerar certos aspectos de fatos quotidianos em minhas amizades. Pessoas brigando por bobagem. Outras que querem que sejamos algo que não somos.

Amar a um amigo é aceitá-lo como ele é. Ninguém precisa desculpar-se ou de permissão para ser quem é, seja negro, mulher, homossexual, deficiente físico, superdotado, tímido, etc...

Há também os casos de amigos que colocamos sobre nossas asas e depois nos vemos traídos por ambição e cupidez. Abaixo coloco dois vídeos, um sobre amigos que se aceitam como o são. O primeiro é da série norte americana "Greek" (sou fã!). O segundo é da saga de Guerra nas Estrelas.

Guerra nas Estrelas pode ser taxado de infantil, mas, como o livro "O Pequeno Príncipe", será que as obras de caráter do imaginário infantil são inúteis para os adultos? Até hoje agradeço ao meu pai por ter me levado assistir "O Retorno de Jedi" em sua estréia no cinema, só nós dois. Não tem preço!


5 comentários:

Nícholas Vasconcelos disse...

O problema é quando esquecemos de que os amigos são iguais a nós. Defeitos e qualidades, perto ou longe, mas mesmo assim os amamos.

Klero disse...

Greek é meu guilty pleasure... Se sábado eu estou em casa, morto da jogação de sexta, sempre passo pelo Universal pra ver se está passando!

E amizade é tão imortante que as decepções parecem maiores... mas precisamos aprender a erdoar falhas dos amigos, de vez em qdo...

Marcos Freitas disse...

Exatamente, ´na diversidade que se ressalta as amizades verdadeiras.

Pedro disse...

Eu tive uma grande surpresa com meus amigos, já tinhamos tido conversas sobre o assunto, e era grande a certeza de que quando me revelasse eles virariam as costas. Mas foi ao contrário, todos tiveram um carinho e apoio imenso comigo, provavndo que nossa amizade era realmente verdadeira!

Amo meus amigos!!!

ATé!

Gui Sillva disse...

Lembro que ser amigo é desejar o bem. É compartilhar as lembranças, crises de choro, experiências. A culpa e os segredos. É recomendar cautela, um emprego, um país.
É ir pro mundo dele, e saber que ele topa conhecer o teu.